Meu interesse na cultura judaica
Isto é o rascunho, do que um dia espero ser um estudo, provavelmente muito superficial, dos judeus e suas participações na humanidade.
Tenho apreço por vários judeus - sejam judeus por religião, ou mais comumente, por herança. Exemplo: Prof. Einstein, Chomsky, Isaac Asimov, só para citar alguns que li.
Considero um absurdo se autodeclararem o povo de Deus ou rotularem a área onde atualmente é Israel, como "A Terra Prometida", ou qualquer coisa que cause segregação de outras etnias ou culturas. Pois apesar de ter sido educado religiosamente como católico, não o sou e realmente não concordo com muito do que está na Biblia, principalmente "fatos" ou "profécias" do Antigo Testamento, e, claro, muito menos gosto da cultura que a mim me impregna. Para mim, muito se trata de guerra, ira, vingança, medo, terror e ignorância. Mas não sou ateu! Assim como não o era Einstein. Acredito em algo maior que a mera insignificância humana. A manifestação da criação é suficiente para me calar quanto a qualquer indagação do "Criador". Num sentido, posso me declarar agnóstico - não sou teólogo; meu lunatismo passa longe dessas aventuras. Sou humanista e assim como alguns antigos, acredito na bondade humana, não absoluta, mas ela existe.
Covardia, não se paga com covardia ou pior, mentiras. Costumeiramente vejo na televisão notícias do tipo: Palestinos disparam míssil contra território israelense. Aqui, se pode ver no mínimo uma grande e tendencioso (senão, muito ignorante) mentira, se algum dia os palestinos tiveram acesso a mísseis, isso foi a muito, muito tempo, mas há muito, muito, muito tempo não é possível eles terem acesso a este tipo de arma, pois custam caro, o território deles está cercado, inclusive por mar, e os únicos por lá que usam míssil com frequência, são os israelenses. Os palestinos, usam foguetes caseiros, coisa do tipo: "faça você mesmo em sua casa".
Bem, espero desenvolver isso para além do rancor e tanto quanto possível, para a razão. Em relação a Israel, até Einstein errava... e olha que ele esteve diretamente envolvido na criação do estado sionista ;). Obviamente o admiro muito (não seja tolo de pensar que é pelo que menciono logo atrás).
Isto aqui é meu blog, meu espaço, eu escrevo o que quero e quando quero. Fique longe daqui, vá procurar seu lugar, este já é meu. Isto não democrácia, isto é anarquia!
Inimigo Meu (adoro esse filme)!
Labels: religione
Brasília - O uso religioso da ayahuasca foi reconhecido nesta segunda-feira como uma prática legal pelo Conselho Nacional Antidrogas (Conad), depois de décadas de controvérsias entre usuários e autoridades brasileiras sobre se o chá seria ou não alucinógeno. A resolução admite juridicamente a legitimidade do consumo da bebida psicoativa preparada com plantas amazônicas. A bebida é usada pelos mais de 12 mil seguidores da União do Vegetal, Santo Daime e outras entidades.
O Conad criou também um grupo multidisciplinar para "fazer o levantamento e o acompanhamento do uso religioso da ayahuasca e das pesquisas para sua utilização terapêutica". Será constituído de seis especialistas indicados pelo conselho e outros seis representantes das instituições usuárias. O grupo terá de definir seu plano de ação em 180 dias para elaborar os princípios que vão nortear o uso da ayahuasca e "prevenir o seu uso inadequado".
A suspeita de que a bebida seria alucinógena está descartada na resolução publicada pelo Conad. O chá chegou a ser incluído erroneamente entre a lista de substâncias proibidas pela da Divisão de Medicamentos (Dimed), mas a medida foi suspensa provisoriamente em fevereiro de 1986. "Suspensão essa", segundo a resolução, "que se tornou definitiva, com base em pareceres de 1987 e 1992, indicados em ata do Confen", o Conselho Federal de Entorpecentes, extinto e substituído pelo Conad. Defendida pelos religiosos dessas instituições como detentora de dons divinos, capaz de ampliar a sensibilidade humana para além da percepção normal, a ayahuasca é bebida durante rituais. "Há mais de 40 anos, gerações têm bebido o chá em nossas sessões e têm a oportunidade de transformarem suas vidas", afirma o líder máximo da União do Vegetal, mestre José Luiz de Oliveira. "A decisão tomada pelo Conad é uma oportunidade de encontrarmos nossa liberdade religiosa e desenvolver nosso trabalho com mais confiança e amor", prega o líder.
Pelo Brasil - Outras instituições espalhadas pelo País comemoraram a decisão, mas estão interessadas em assegurar a sua participação no grupo de trabalho. "Precisamos assegurar a ampla participação das entidades usuárias na próxima fase", defendeu o mestre Edson Lodi, coordenador de relações institucionais da União do Vegetal. O dirigente da Igreja do Cefluris em Brasília, Céu do Planalto, padrinho Fernando la Rocque, considerou a medida um avanço. "A resolução mostra que o governo reconheceu definitivamente o direito do uso religioso e avançou em relação ao uso por menores e mulheres grávidas", avaliou.
por: James Allen







